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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Cifrão sem traços Poesias > Pensamentos 17/12/17 11
Viva a vida! Poesias > Reflexão 16/12/17 16
A flor que não morreu Poesias > Reflexão 16/12/17 32
Um pedacinho da pedra filosofal Poesias > Pensamentos 16/12/17 18
Os nós da inteligência Poesias > Reflexão 16/12/17 20
Magia de natal Poesias > Tercetos 13/12/17 12
Beleza muda Poesias > Pensamentos 10/12/17 25
Filosofia da mentira Pensamentos 08/12/17 24
Cordel para Mary (não autenticado*- IP: 187.27.100.129) Cordel 05/12/17 23
Menção a um comentário não autenticado sobre o poema: Teoria poética do capitalismo Poesias > Dedicatórias 03/12/17 24
Teoria poética do capitalismo Poesias > Pensamentos 02/12/17 15
Felicidade, sim! Poesias > Pensamentos 02/12/17 25
O amor, segundo um poeta qualquer. Poesias > Amor 01/12/17 26
Menção a Oscar Wilde Poesias > Pensamentos 17/11/17 13
Colorindo a saudade Poesias > Saudade 11/11/17 39
Letra de música sem música Poesias 11/11/17 17
Metáforas Poesias 08/11/17 27
Os "cifrões" do destino Poesias > Pensamentos 05/11/17 17
Neodantismo Poesias > Surrealistas 04/11/17 27
Falso prurido Poesias > Pensamentos 02/11/17 22
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