![]() A matemática do poeta
Contei os versos todos, um a um... em cada estrofe, houve um verso a mais: aquele que julguei não ser capaz sair de mim, poeta tão comum.
As sílabas, em tônicas iguais, parecem repetir-se, em simetria, tal como o Philo, junto à Sophia, que segue o Pi(π) nas casas decimais.
Sou um poeta, sim, eu sou mais um daqueles que não vão lugar algum onde não possa entrar anomalia.
Enquanto conto versos, mundo afora, aqui, no coração, inda embolora um verso que nasceu sem poesia.
Herculano Alencar
Enviado por Herculano Alencar em 16/03/2012
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