![]() A matemática do acaso
Bateu à minha porta, um certo dia, uma mulher qualquer, desconhecida, com ar de Madalena arrependida por carregar o nome de Maria. Falou-me das agruras desta vida e desejou-me um mundo encantador. Falou-me alguma coisa sobre amor, então pediu-me um prato de comida. Bateu à minha porta, um outro dia, outra mulher com nome de Maria, e perguntou se eu a conhecia. Não sei! Eu respondi encabulado. -"Eu sou Maria, a musa do pecado, mas pode me chamar de Poesia!" Herculano Alencar
Enviado por Herculano Alencar em 16/03/2012
Alterado em 17/08/2018 Copyright © 2012. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|