
![]() Poema para o "Lago dos Cisnes" de Tchaikovsky
Há algo em minha alma de poeta, quiçá uma lembrança doutra era, que rosna, qual o brado da pantera quando procura a caça predileta. Algo que brame em mim como uma fera, que se perdeu no meio da caçada e, que, por um segundo, quase nada, não viu a flor se abrir na primavera. Há algo em minha alma de humano, que fala ao meu ouvido: "Herculano, acorda que Tchaikovsky nasceu. Algo que sopra em mim como assobio e faz meu poetar entrar no cio, como se fosse a lira de Orfeu. Algo que inebria o próprio Eu e deixa a poesia por um fio. Herculano Alencar
Enviado por Herculano Alencar em 21/06/2012
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