![]() Ocultismo satírico
E eis que a ciência do Parnaso esconde, nos porões da poesia, a natureza oculta da magia, que informa ao sol a hora do ocaso. E eis que o poeta (por acaso) que é um ocultista, desafia a lei, o astro rei, a astronomia... E, assim, passa a fazer tão pouco caso, que até o céu rubesce de pudor. A poesia espera o sol se pôr e reina sob as luzes do Parnaso. E, enfim, sob os dejetos da ciência, o vate sente dor na consciência e deita a obra prima em alguma vaso. Herculano Alencar
Enviado por Herculano Alencar em 26/03/2014
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