![]() Ilusão
Havia uma janela no caminho de onde a liberdade lhe sorria! Abriu as asas (duas poesias) no seu primeiro voo em torvelinho. Mas encontrou no meio do caminho o vidro transparente da janela, que a liberdade (fria sentinela) não avisou ao tolo passarinho. E a poesia fez um falso ninho dentro duma caixinha de sapato, e, com a dama morte, fez um trato e ambas o trataram com carinho. Na janela da vida há vidraça, que tão somente a morte ultrapassa. Herculano Alencar
Enviado por Herculano Alencar em 17/05/2014
Copyright © 2014. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|