![]() Mundano (Sátira "a la Bocage")
Assecla, que eu sou, do amor mundano que os lupanares têm com opulência: um amor que ainda dói na consiência; um amor eternamente tão profano... Sigo na vida aos poucos me ofertando à execração das mentes puritanas, que, de soberbas, impias e sacanas, pecam na mesma mão que está rezando. Aos sectários meus, dos descaminhos... convido a brindar a liberdade de dar e receber lassos carinhos e não sofrer a dor da santidade. E que os pudicos sigam seus caminhos, a masturbar a imensa falsidade. Herculano Alencar
Enviado por Herculano Alencar em 20/09/2005
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