![]() Poema da solidão
Eu estou só, e tanto, e tão sozinho, que ouço, o mais calado pensamento, como fosse um desejo ou um intento, de cultivar a flor no colarinho. Eu estou só no meio do caminho, que une o desencontro e a saudade, onde o momento abraça a eternidade e conta os seus segredos comezinhos. Ah! Solidão! Poema à deriva... na imensidão do mar, qual água-viva a desmanchar nas brumas da memória. Deixa-me só, te peço, um pouco mais, talvez assim eu possa ser capaz de versejar o fim da minha história. Herculano Alencar
Enviado por Herculano Alencar em 25/04/2017
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