![]() "Os pintores só devem meditar com os pincéis na mão." Honoré de Balzac
A pena do poeta O sangue dos pintores, como a tinta, colore, da razão à utopia, desde a primeira gota da sangria, a segunda, a terceira, até a quinta... E colore também a poesia, a música, a dança, o teatro... desde primeiro, ao dois, aos três, ao quatro... até ao fim do mundo de quem cria. A pena do poeta, como a rima, colore do rascunho à obra prima dede o primeira estrofe à derradeira. E colore também, tal como a tinta, aquilo que a arte borda e pinta mesmo dos que não têm eira e beira. Herculano Alencar
Enviado por Herculano Alencar em 29/07/2017
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