![]() Meu verso
Meu verso é um átomo, em fusão, pronto pra explodir, em poesia, pelo chão do Parnaso e cercania, como se fosse larvas de vulcão. Meu verso é um dedo em cada mão, que guarda as angústias confessadas das almas tíbias e desencarnadas, que se flagelam pela vida em vão. Meu verso é um casulo de ilusão, sutil metamorfose do que sinto. Sem bússola, percorre o labirinto em que vagueia o só em solidão. Meu verso vem ao mundo dizer não, se minha pena escreve enquanto minto. Herculano Alencar
Enviado por Herculano Alencar em 07/10/2017
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