

A poesia dos sentidos"O amor é a poesia dos sentidos. Ou é sublime, ou não existe. Quando existe, existe para sempre e vai crescendo dia a dia." Honoré de Balzac
Quando vejo uma flor, inda botão, se vergar sutilmente sobre o talo, eu intento falar, porém me calo pra ouvir o que diz meu coração.
Quando vejo uma flor cair no chão, vou ao meu coração pra escutá-lo. Quanto mais ele fala, mais me calo, pois no fundo ele sempre tem razão.
Quando sinto o amor, inda miúdo, a se pôr a crescer, cada vez mais, sinto o meu coração a dar sinais de que sabe de mim, apenas tudo.
Quando sinto o calor da poesia aquecer o poeta que há em mim, eu me sinto uma bala de festim, que saiu, sem saber pra onde ia,
E varou verso a verso, até que enfim, Acertou o cupido e sua cria.
Herculano Alencar
Enviado por Herculano Alencar em 03/07/2020
Alterado em 23/07/2026 Copyright © 2020. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|