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Soneto sonhado
Uma nuvem no céu do meu jardim,
Que imita o que trago em minha mente, Se desfaz pelo vento, lentamente... E, apesar do vento, não tem fim. Ela está logo ali, na minha frente, Sob o céu que avisto da janela! De repente, a nuvem se esfarela E se converte em nuvem novamente. Outra nuvem me vem ao pensamento. Não há vento a soprar nesse momento, Mesmo assim, lentamente... se desfaz. E mais outra, e mais outra, e não tem fim... Pois são nuvens criadas só pra mim Pra que eu possa, assim, sonhar em paz.
Herculano Alencar
Enviado por Herculano Alencar em 22/03/2023
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