![]() Soneto lunáticoVejo o dragão da lua, sem fumaça... São Jorge a cochilar no lado oculto... E, e repente, ao longe, surge um vulto Que deixa um rastro enorme enquanto passa.
Abro outro vinho: - só mais uma taça! Penso comigo mesmo, aqui, sozinho. Mais outra taça, abro mais um vinho, Enquanto a lua foge da vidraça...
Abro a janela, Já não há mais lua! Ainda assim, São Jorge insinua, Que vai levar a cabo uma missão.
A poesia é mesmo engraçada! Enxerga tudo, mesmo sem ver nada: Até mostrar são Jorge e o dragão! Herculano Alencar
Enviado por Herculano Alencar em 22/03/2023
Alterado em 23/03/2023 Copyright © 2023. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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