![]() Uma sátira lírica-escatológicaA poesia, dama talentosa, Desenha uma rosa sem espinho, Pra enganar as ervas do vizinho, Com o fulgor que empresta à sua rosa.
A poesia segue o seu caminho, Independentemente do destino, Com seu humor, satírico e ferino, Capaz de tocar fogo no parquinho.
A poesia, rainha sem trono, Faz do bobo da corte um cão sem dono, Perdido nos canis de Pavlov.
Do binômio estímulo-resposta, A poesia descortina a bosta, E busca encontrar alguém que prove.
Herculano Alencar
Enviado por Herculano Alencar em 05/09/2023
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