![]() Tanta história, tanto mar...Guardei um lindo cravo na lapela, Com cheiro de saudade e alegria, Na cor da primavera que fazia, Quando o primeiro cravo dei pra ela.
Jamais esquecerei aquele dia! Um certo vinte e cinco de abril, Quando cravo se deu para o fuzil E o ódio se redeu à poesia.
Hoje que a Poesia conta história, E que a luta enfim não foi inglória, E o Tejo ainda corre para o mar...
Eu posso lhe contar, até que enfim: Navego na lembrança que há em mim, Pois nela aprendi a navegar.
Herculano Alencar
Enviado por Herculano Alencar em 19/06/2024
Alterado em 24/06/2024 Copyright © 2024. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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