

Soneto FrankensteinUm verso sem medida, pé quebrado… Outro verso sem pé e sem cabeça… Esperam que a rima não esqueça Do cheiro dalgum som inusitado.
Um verbo nunca antes conjugado, Um outro por demais defectivo, Um verbo no presente indicativo, Um outro futuro do passado.
Eis aqui meu soneto Frankenstein. Embora eu não seja nenhum Einstein Do verso ou da prosa, sou poeta!
E por eu ser poeta, simplesmente, Escrevo, sem pensar, de trás pra frente, Uma palavra torta em linha reta. Herculano Alencar
Enviado por Herculano Alencar em 15/10/2025
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