

O Zero cincoFlavinho entrou na dança, Se abraçou com Vorcaro Pra fazer um filme raro, Construiu uma lambança, Pôs o irmão na finança Para cuidar do dinheiro, Assim disfarçar o cheiro Da grana que foi lavada: Um tiquinho, quase nada, Do que tem no estrangeiro.
Zero hum foi o primeiro, Seguido por Zero dois. E pra dar nome aos bois, Zero três foi o terceiro. São do Rio de Janeiro, Como Cabral e Pezão, À espera da prisão, Na vaga do pai Jair, Onde haverão de cumprir A pena do Capetão.
Vorcaro, mais um irmão, Como revelou Flavinho, Fez da família um ninho Para os ovos de ladrão, E, pelo sim pelo não, Como reza o ditado, Deu um cheque pré-datado Pro seu irmão Bananinha Que reza salve-rainha para amansar o gado.
Herculano Alencar
Enviado por Herculano Alencar em 16/05/2026
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