

DesligadoEstou sem bateria de Poeta. A luz da poesia não acende, E minha inspiração não mais atende, Nem mesmo a minha musa predileta.
Minh’alma guarda alguma dor secreta, Que é capaz de calar a minha lira. E nem mesmo no mundo da mentira, Meu estro de poeta se aquieta.
Ainda assim, escrevo este soneto: O meu “Patinho Feio” -um Cisne Preto, Capaz de me acender a poesia.
E se algum poeta, por acaso, Quiser fazer, dos versos, pouco caso, Eu vou recarregar a bateria. Herculano Alencar
Enviado por Herculano Alencar em 20/05/2026
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