![]() Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos
Augusto, um poeta magistral, se imortalizou como devia: Doou, a todos versos que fazia, o dom da sua verve genial. Morria em cada verso no final, para ressuscitar, em poesia, o verbo que, de dor, se condoía, enquanto ensaiva o funeral. Dos Anjos! Ostentava o sobrenome! A morte aplacava-lhe a fome e a dor, solene musa, a razão. Augusto foi bem mais do que um vate. Foi um penhor que Deus pagou à arte para divinizar a criação. Herculano Alencar
Enviado por Herculano Alencar em 22/03/2008
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