![]() Soneto surreal XVerso após verso, e rima, e coisa e tal... Enterro o Surreal neste soneto. E, voluntariamente, lhes prometo, Aposentar a pena surreal.
Vou visitar Pessoa em Portugal... Rever os alfarrábios do Parnaso... Vou dar, ao meu Neruda, um novo prazo E misturar Quintana com Cabral...
Vou refazer os veros surreais E recitar, até não querer mais, O velho e previsível Herculano:
Falar de amor, e flor, e dor, e medo... Dormir bem tarde, acordar bem cedo... Pra reviver o meu quotidiano. Herculano Alencar
Enviado por Herculano Alencar em 22/03/2023
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