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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

Textos
Título Categoria Data Leituras
Pavão Atômico Poesias › Surrealistas 20/03/25 8
Metáfora surreal da criação Poesias › Surrealistas 07/03/25 10
Carnaval Surreal Poesias › Surrealistas 02/03/25 16
Carnis levale Poesias › Surrealistas 28/02/25 7
O voo da abelha Poesias › Surrealistas 27/02/25 8
A face da guerra Poesias › Surrealistas 27/02/25 7
O cão e a lua Poesias › Surrealistas 27/02/25 14
Carnaval do Arlequim de Miró Poesias › Surrealistas 27/02/25 8
A boca da noite Poesias › Surrealistas 26/02/25 11
Realidade Paralela Poesias › Surrealistas 26/02/25 6
Leitura de carnaval Poesias › Surrealistas 26/02/25 7
Desenho surreal Poesias › Surrealistas 14/02/25 6
Metáfora de Orfeu e Afrodite Poesias › Surrealistas 22/01/25 5
A lei do espelho Poesias › Surrealistas 25/07/23 15
Patologia do fanatismo Poesias › Surrealistas 18/07/23 19
Acidente de percurso Poesias › Surrealistas 07/07/23 14
Soneto surreal X Poesias › Surrealistas 22/03/23 5
Soneto surreal IX Poesias › Surrealistas 21/03/23 8
Soneto surreal VIII Poesias › Surrealistas 17/03/23 10
Soneto surreal VII Poesias › Surrealistas 16/03/23 9
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