![]() Tim-tim!Uma ameba enfezada Evadiu-se, um certo dia, Pela hematoquezia Por si mesma provocada. Suicidou-se, coitada! Dizem, à boca pequena, Numa possa de melena, Junto ao fel acumulado, Que, pela lei do mercado, Já não vale mais a pena.
Quando o ódio fica puto, Nem mesmo ameba resiste! O flato fica mais triste E o quilo veste luto! E como diz o matuto: Enfezá pra mode quê! Então digo pra você, Que me ouve e não escuta: Se ameba fosse astuta, Não ficaria à mercê…
Dos amantes da cachaça, Da cevada, do tanino… E do malte, puro e fino, Que enche a vida de graça. Pra você eu ergo a taça, Desejo muita alegria! Extensivo à confraria Que orbita o seu espaço. Um grande beijo no baço… Um verso de garantia! Herculano Alencar
Enviado por Herculano Alencar em 19/01/2024
Alterado em 24/01/2024 Copyright © 2024. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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