![]() Desenho surrealDesenhei um coqueiro na parede, Sem o coco e sem palma, simplesmente Um coqueiro que nasceu na minha mente, Bem quando a poesia tinha sede.
Mas não tinha parede, tão somente Uma janela aberta outra fechada, Uma pá um enxó, uma enxada... E um carvão, em brasa, ainda ardente.
Desenhei o coqueiro com grafite. E hoje eu lhe peço: acredite Que agora dá coco e abundância.
Pois ele é um coqueiro surreal, Que verte água de coco no quintal, Pra nutrir fantasias de infância. Herculano Alencar
Enviado por Herculano Alencar em 14/02/2025
Alterado em 14/02/2025 Copyright © 2025. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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