No prelo há mais de 50 anos...

O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

Textos
Acrósticos (1) Artigos (4) Contos (2)
Cordel (39) Duetos (14) Experimental (1)
Frases (27) Haikais (3) Humor (6)
Mensagens (4) Natal (19) Pensamentos (33)
Poesias (1012) Sonetos (1624) Textos Eróticos (2)
Título Categoria Data Leituras
Calendário Poesias 06/09/15 34
Cenatório Poesias › Solidão 19/07/15 34
Por pensar em saudade... Poesias › Saudade 14/06/15 34
Louca sobriedade Sonetos 28/03/15 34
Chora Sonetos 23/12/14 34
Aos amigos de Voltaire Sonetos 30/11/14 34
Sátira ou tragédia? Sonetos 31/01/14 34
Hipócrita sin pero no mucho! (filosofia tupiniquim) Sonetos 30/03/13 34
Abismo da vaidade Sonetos 15/02/13 34
Uma metáfora para 24 de dezembro de 2012. Sonetos 24/12/12 34
Um fio de esperança ao velho Lua Sonetos 23/12/12 34
Preterição ideológica Sonetos 20/11/12 34
Intuspecção Sonetos 08/06/12 34
Alegoria do paradoxo Sonetos 21/02/12 34
Contradição Sonetos 05/11/11 34
Diálogo entre Nietzsche e um poeta qualquer. Sonetos 24/04/11 34
Escatologia de um poeta (Menção à verve de Glauco Mattoso) Sonetos 17/04/11 34
O meu amor Sonetos 14/04/11 34
Soneto da lugubridade (Menção à verve de Augusto dos Anjos) Sonetos 11/04/11 34
A matemática do adeus Sonetos 20/03/11 34
Página 37 de 140 « 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 » «anterior próxima»
Site do Escritor criado por Recanto das Letras