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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Minha mulher Poesias › Amor 12/10/15 29
Bastardo da poesia Poesias › Humor 12/10/15 29
Drama urbano Poesias › Reflexão 30/08/15 29
Paixão crucificada Poesias › Reflexão 28/08/15 29
Tarjando preto Poesias › Loucura 21/08/15 29
Uma parábola para Rimbaud Poesias › Reflexão 30/06/15 29
Flores falsas Sonetos 21/06/15 29
Despedida Sonetos 14/06/15 29
Demo-cracia Sonetos 18/04/15 29
Deveres humanos Sonetos 16/04/15 29
Cárcere poético da palavra Sonetos 16/01/15 29
Calo filosófico Poesias › Pensamentos 23/12/14 29
Maniqueu avesso Sonetos 06/09/14 29
Amanhecimento Sonetos 05/04/14 29
Carta de viagem Poesias › Tristeza 17/02/14 29
Obra poética Sonetos 14/02/14 29
Segundo ato (Filosofia tupiniquim) Sonetos 14/03/13 29
A caminho da descrença Sonetos 27/02/13 29
De volta ao paraíso Sonetos 15/02/13 29
Presente de Natal Sonetos 20/12/12 29
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