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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Enquete Sonetos 17/02/15 27
Evolução convergente Poesias 24/03/14 27
Aporema Poesias › Redondilha 23/03/14 27
Palco da manhã (reedição) Sonetos 14/03/14 27
Divagação do estro Sonetos 31/07/13 27
O ovo da serpente Sonetos 21/06/13 27
Sermões (Frase de para-choque de caminhão) Sonetos 31/05/13 27
Vaticínio (Filosofia tupiniquim) Sonetos 14/03/13 27
Voo cego Sonetos 05/03/13 27
O mundo que Arquimedes não ergueu Sonetos 24/02/13 27
Poeta de ofício Sonetos 12/02/13 27
Menção ao “Anticristo” de Nietzsche Sonetos 11/02/13 27
Viagem interior Sonetos 24/10/12 27
Linguagem metafórica de uma leitura poética Sonetos 20/10/12 27
Tributo à crítica Sonetos 19/10/12 27
Claustrofobia da solidão Sonetos 06/04/12 27
Minha canção de ninar Sonetos 28/01/12 27
Penitente Sonetos 09/12/11 27
Corrupto, eu !? Sonetos 12/11/11 27
Ladrão da poesia Sonetos 05/11/11 27
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