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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

Textos
Título Categoria Data Leituras
Frevo de cordel Poesias › Redondilha 21/09/19 446
Festa no céu (décima de cordel em redondilha maior) Poesias › Redondilha 11/03/14 281
O duelo de cordel entre Cristão e Ateu Poesias › Redondilha 21/02/14 167
Sociopatas de patas Poesias › Redondilha 13/05/17 49
Bens de direito Poesias › Redondilha 30/03/18 48
Saudade acesa Poesias › Redondilha 03/07/21 37
Copa da vida Poesias › Redondilha 07/07/18 37
A Lei de Jaquê Poesias › Redondilha 16/10/23 36
Aos meus sessenta fevereiros Poesias › Redondilha 07/12/13 34
O caçadô de Vampiro Poesias › Redondilha 25/10/15 32
Pai de chiqueiro Poesias › Redondilha 24/10/15 31
A proeza do cordel Poesias › Redondilha 02/11/15 30
Meu besteriol domingueiro Poesias › Redondilha 13/02/22 28
Expert em adeus Poesias › Redondilha 13/04/14 28
Mitomania Poesias › Redondilha 26/09/21 27
Que Platão volte poeta! Poesias › Redondilha 16/09/20 27
A saga de Adão em redondilha maior Poesias › Redondilha 05/06/15 27
Divergências à parte Poesias › Redondilha 15/10/21 26
Antropologia da boçalidade Poesias › Redondilha 22/11/20 26
A corrupção foi pra panela! Poesias › Redondilha 27/12/16 26
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