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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
A flor que não morreu Poesias › Reflexão 16/12/17 61
A Folha marrom: editorial de 31 de fevereiro de 2020. Sonetos 20/04/15 19
A força da palavra (Frase de para-choque de Caminhão) Sonetos 30/05/13 30
A gênese da mulher Poesias › Reflexão 28/02/18 26
A Gênese das eleições Poesias › Humor 02/08/22 11
A gênese do mal Sonetos 01/03/14 44
A gente deve entender a linguagem do poeta Poesias › Glosa 16/07/21 25
A história por trás da árvore de Augusto Sonetos 03/09/22 5
A hora do não Sonetos 10/09/22 23
A Ideia Sonetos 25/10/24 20
A Inteligência, essa mulher! Sonetos 31/01/06 95
A janela do fundo do quintal Sonetos 06/01/22 15
A justiça divina (Frase de para-choque de Caminhão) Sonetos 30/05/13 29
A Lei de Jaquê Poesias › Redondilha 16/10/23 36
A lei do espelho Poesias › Surrealistas 25/07/23 15
A língua dos guetos do parnaso Sonetos 04/03/15 23
A língua torta do Parnaso Poesias › Surrealistas 08/02/21 17
A mágoa da gaiola Sonetos 29/03/22 23
A mais um poeta que nos foi guardar um lugar no infinito Poesias › Dedicatórias 01/11/15 33
A mantemática do soneto Sonetos 04/04/11 41
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