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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Poema satírico Sonetos 01/03/15 37
A arte segundo Oscar Wilde Sonetos 17/02/15 37
Darwinismo criacionista Sonetos 18/01/15 37
Autoestima Sonetos 01/05/14 37
Exclusão social (menção ao talento de Rosa Pena) Sonetos 10/03/14 37
Poemas sinfônicos Sonetos 08/12/13 37
Síndrome da Alienação Parental Poesias 18/10/13 37
Refém da hipocrisia Sonetos 11/10/13 37
Autodidata Sonetos 10/08/13 37
Ócio beócio (Frase de para-choque de caminhão) Sonetos 31/05/13 37
Defeito perfeito Sonetos 02/11/12 37
Metáforas de um sonho bom Sonetos 27/10/12 37
Antípoda do lirismo Sonetos 19/07/12 37
O lirismo em serenata Sonetos 19/05/12 37
Flor-de-lis Poesias › Amor 12/04/12 37
Escatologia da paixão (menção à verve de Glauco Mattoso) Sonetos 28/03/12 37
A matemática da vida Sonetos 15/03/12 37
Trauma de infância (menção a "D R " de Rosa Pena) Sonetos 22/05/08 37
Plágio poético do amor Poesias › Amor 18/05/08 37
Embriografia de um poeta Sonetos 06/01/08 37
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