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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Flagrante Sonetos 07/03/12 32
Carnaval, alegoria do gênesis. Sonetos 17/02/12 32
Cadáver de um poeta (Menção à verve de Augusto dos Anjos) Sonetos 04/12/11 32
Ilusão perdida Sonetos 06/04/11 32
Lexicografia vulgar Sonetos 27/06/08 32
Poeta das ruas Sonetos 03/06/07 32
Teimosia Sonetos 30/11/06 32
Primeiro ato Sonetos 08/06/06 32
Remendado... Poesias › Desilusão 02/06/06 32
Augustal do poeta Lucas Tenório Sonetos 27/03/06 32
Doce volubilidade Poesias 25/01/06 32
Como compor um poema Sonetos 03/05/23 31
Ao tiozão do Zap Sonetos 14/02/23 31
Ser bom Sonetos 29/10/22 31
O relógio Sonetos 11/09/22 31
Sábio pedido Sonetos 16/03/22 31
A casa vazia Sonetos 09/02/22 31
Autolibertação Poesias 03/02/22 31
Metáfora sexual Poesias › Sensuais 29/09/21 31
Cliente preferencial Poesias › Humor 15/09/21 31
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