No prelo há mais de 50 anos...

O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

Textos
Título Categoria Data Leituras
A matemática da solidão Sonetos 31/03/11 47
Conselho vulgar Sonetos 30/03/11 22
Divagação de um Bobo Sonetos 29/03/11 17
Metáforas de um solitário Sonetos 29/03/11 25
Ciclo vicioso Sonetos 29/03/11 24
Ética sem caráter Sonetos 28/03/11 80
A matemática da chuva Sonetos 28/03/11 27
Poema aurorescente Sonetos 28/03/11 21
A matemática do adeus Sonetos 20/03/11 34
Soneto chorado para Pixinguinha Sonetos 19/03/11 16
Paródias para as estrelas de Bilac Sonetos 19/03/11 52
Conceptismo Sonetos 18/03/11 42
Musa Sonetos 19/09/10 29
Fabela do sol e a lua Sonetos 04/03/10 44
O bom ateu Sonetos 06/02/10 35
Visão do entardecer Sonetos 04/02/10 26
Os neófitos da idiotice Sonetos 16/01/10 31
Lamúria Sonetos 16/01/10 26
Delírio poético Sonetos 15/01/10 21
Intertextualidade filosófica Sonetos 18/12/09 23
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