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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

Textos
Título Categoria Data Leituras
Frevo-Poesia Sonetos 11/02/12 1211
À Massa ignara de Nélson Rodrigues Sonetos 17/04/12 573
Meu soneto em versos livres Sonetos 15/09/05 460
Fabela do sapo e o boi Sonetos 02/09/06 363
Poeta surdo Sonetos 21/01/07 297
Poema cartesiano Sonetos 27/02/13 276
Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos Sonetos 22/03/08 256
O Amor é cego? Sonetos 27/04/08 206
Filoginia feminina Sonetos 08/03/06 193
Rumo de agulha Sonetos 19/07/14 175
Floração poética Sonetos 14/04/14 174
Pérolas perdidas (Elegia aos poemas nunca lidos) Sonetos 16/12/05 167
Amor literal Sonetos 20/09/05 165
Metáfora nupcial (menção ao texto noite de núpcias de Tarcísio) Sonetos 11/06/06 162
Fabela do corvo e a raposa Sonetos 01/12/07 158
Ilusão de ótica (filosofia de Branchu) Sonetos 28/04/13 157
Nove sonetos para as nove sinfonias de Beethoven e uma reflexão para a décima Sonetos 16/01/14 155
Soneto da vingança e do perdão Sonetos 11/09/05 144
Ventre livre (Filosofia de Branchu) Sonetos 25/04/13 133
Festa de aniversário (Para uma poeta amiga) Sonetos 04/06/06 133
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