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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Trocando em miúdos Sonetos 27/06/24 11
Tatuagem Sonetos 23/06/24 11
Com fantasia Sonetos 21/06/24 11
Doce perdão Sonetos 20/06/24 11
Joga versos na Geni (reedição) Sonetos 19/06/24 11
Tanta história, tanto mar... Sonetos 19/06/24 11
A Matemática segundo Einstein Sonetos 15/06/24 11
A sina poética Sonetos 08/06/24 11
Gênese herege Poesias › Transcendentais 01/05/24 11
Procura Sonetos 29/04/24 11
O camaleão da fé Sonetos 29/04/24 11
Heródoto Sonetos 29/04/24 11
De Improviso na esteira Sonetos 10/03/24 11
De volta a Atenas Sonetos 08/06/23 11
A Valsa Sonetos 29/04/23 11
Soneto para um vaga-lume Sonetos 23/03/23 11
Soneto surreal VIII Poesias › Surrealistas 17/03/23 11
Soneto surreal VII Poesias › Surrealistas 16/03/23 11
Para o dia internacional da mulher Poesias › Glosa 11/03/23 11
Mitologia tupiniquim Poesias › Humor 02/03/23 11
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