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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
O pecado da arte (o deus poético) Poesias › Pensamentos 30/09/17 44
Amor e dor Sonetos 15/04/17 44
O preço da liberdade Poesias › Reflexão 28/12/16 44
Teoria da involução. Sonetos 12/10/15 44
Capitalismo à la carte Sonetos 15/04/15 44
Rua Olavo Bilac, 2140, Teresina-Piauí Sonetos 29/01/15 44
Mercado de almas Sonetos 24/01/15 44
Introspecção Sonetos 17/10/14 44
Nuncupação Sonetos 01/09/14 44
O Credo agnóstico Sonetos 30/04/14 44
Alma de poeta Sonetos 05/04/14 44
Metáforas de uma poesia muda Sonetos 18/01/14 44
Desmistificação (Subvertendo os cânones do soneto) Sonetos 01/06/13 44
Minha flor mulher Sonetos 09/02/13 44
O trenzinho (do caipira) de Villa Lobos Sonetos 19/01/13 44
Cruel sinceridade Sonetos 20/10/12 44
O vício do amor Sonetos 13/04/12 44
Meu bem-querer Sonetos 05/04/12 44
Duas faces da criação Sonetos 05/03/12 44
Mentira de amor (Nietzscheanismo poético) Sonetos 23/04/11 44
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