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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Gramatiquice surreal Poesias › Surrealistas 02/07/16 33
Os nós da história Poesias › Surrealistas 01/07/16 33
Parachoqueando o medo de avião Sonetos 17/01/16 33
Se Poesias › Amor 24/11/15 33
Rapsódia de natal Poesias › Recordações 07/11/15 33
A mulher Poesias › Reflexão 11/10/15 33
Em pedaços Poesias 14/06/15 33
Autoestima Sonetos 13/06/15 33
Vil filosofia Sonetos 13/06/15 33
Quem manda em minha vida? Sonetos 05/06/15 33
Wong Sonetos 16/05/15 33
Amor a pilha Sonetos 14/04/15 33
Divã trocado Sonetos 28/03/15 33
Imprensa amarela Sonetos 27/03/15 33
Cartas fora do baralho Sonetos 18/03/15 33
Filosofia tal e qual Sonetos 14/03/15 33
Amor ponto com Sonetos 12/09/14 33
Ares da liberdade Sonetos 13/04/14 33
Sublimação Sonetos 25/01/14 33
Catequese Sonetos 30/07/13 33
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