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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Parábola hodierna (Nietzscheanismo poético) Poesias › Pensamentos 30/06/15 23
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Tradução livre Sonetos 30/03/15 23
Bodas de diamante de Sisa e Margô Poesias › Comemorativas 27/01/15 23
Pensamento comiserativo Poesias › Reflexão 20/02/14 23
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