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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Desencontro (Filosofia tupiniquim) Sonetos 14/03/13 26
Desenho surreal Poesias › Surrealistas 14/02/25 8
Desígnio de pai (Frase de para-choque de caminhão) Sonetos 31/05/13 36
Desígnio de pai (sátira paternal) Poesias › Humor 10/08/22 8
Desilusão Sonetos 11/09/05 84
Desletrado do absurdo Sonetos 09/09/05 33
Desletrado do absurdo Sonetos 14/04/11 26
Desligado Sonetos 20/05/26 15
Desmistificação (Subvertendo os cânones do soneto) Sonetos 01/06/13 44
Desnexo Poesias › Surrealistas 26/08/17 49
Despedida Sonetos 14/06/15 29
Despedida do Parnaso Sonetos 05/04/12 28
Despeito Poesias › Reflexão 27/01/21 15
Despertar é preciso Sonetos 03/03/13 33
Despoetização Sonetos 17/02/08 26
Despoetização do Estro Sonetos 13/06/24 13
Despojado Sonetos 28/04/11 25
Desprezo à lógica e à razão Poesias › Surrealistas 09/05/25 8
Dessintonia Sonetos 10/09/22 10
Destino Sonetos 10/05/14 61
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