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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Maniqueísmo moderno Sonetos 18/02/15 49
Desafinado desatino Sonetos 02/08/13 49
“De pensar morreu um Burro” (Frase de para-choque de Caminhão) Sonetos 25/05/13 49
A matemática do poeta Sonetos 16/03/12 49
Soneto metafórico Sonetos 14/11/05 49
Soneto ao luar Poesias › Amor 24/11/18 48
Bens de direito Poesias › Redondilha 30/03/18 48
Por falar em flor... Sonetos 15/04/17 48
Setilha de Ano Novo Cordel 02/01/17 48
Pintando versos Sonetos 28/10/16 48
A face oculta do Natal Natal › Poesias 12/12/15 48
A poesia na escultura Sonetos 23/03/14 48
A matemática do sonho Sonetos 11/01/14 48
Poema da solidão \ Oferenda Sonetos 04/05/12 48
Rogação de um pecador Sonetos 13/03/12 48
A mantemática do soneto Sonetos 12/03/12 48
Sonho de amor Sonetos 24/09/11 48
Espermatopoético Sonetos 13/01/07 48
Fabela do lobo e a cegonha Sonetos 22/08/06 48
Addwaitya Poesias 02/04/06 48
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