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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Sociopatas de patas Poesias › Redondilha 13/05/17 48
Por falar em flor... Sonetos 15/04/17 48
Antes só... Poesias › Humor 20/11/16 48
Pintando versos Sonetos 28/10/16 48
Desafinado desatino Sonetos 02/08/13 48
A crucificação Sonetos 13/09/05 48
Em busca de inspiração Cordel 06/03/22 47
Soneto ao luar Poesias › Amor 24/11/18 47
Ladrão de poesia Sonetos 18/03/17 47
Setilha de Ano Novo Cordel 02/01/17 47
Arrogo Sonetos 21/02/15 47
Politicamente correto Artigos › Saúde 31/01/15 47
A poesia na escultura Sonetos 23/03/14 47
Uma flor no asfalto Sonetos 23/03/14 47
A matemática do sonho Sonetos 11/01/14 47
Hemoptise (menção à verve de Augusto dos Anjos) Sonetos 28/07/13 47
Rogação de um pecador Sonetos 13/03/12 47
A mantemática do soneto Sonetos 12/03/12 47
Sonho de amor Sonetos 24/09/11 47
A matemática da solidão Sonetos 31/03/11 47
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