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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Ponto de vista Sonetos 13/03/15 36
Autocrítica Sonetos 13/02/15 36
Surto filosófico Sonetos 13/01/15 36
Metáfora para um líder Sonetos 05/01/15 36
Alvedrio Sonetos 24/08/14 36
Poema lexiogênico Poesias 17/04/14 36
Amor de mãe Sonetos 31/03/14 36
Anáforas de amor Sonetos 31/03/14 36
Amor itinerante Sonetos 30/03/14 36
Soneto Burlesco Sonetos 20/03/14 36
Teopsia Sonetos 19/03/14 36
Alegoria do estro Sonetos 04/03/14 36
Sinais dos novos tempos Sonetos 03/03/14 36
Franqueza singela Sonetos 29/01/14 36
Sectarismo Sonetos 27/11/13 36
Execução Sonetos 10/08/13 36
A matemática do ódio Sonetos 29/07/13 36
Brasil, março de 1964 Sonetos 27/07/13 36
Desígnio de pai (Frase de para-choque de caminhão) Sonetos 31/05/13 36
Sétimo sentido (Filosofia tupiniquim) Sonetos 06/04/13 36
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