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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Desletrado do absurdo Sonetos 09/09/05 33
Joga versos na Geni Sonetos 05/09/05 33
Rosa murcha Sonetos 23/08/22 32
Barco de papel Poesias › Pensamentos 13/09/21 32
Algumas das minhas tolices conscientes Pensamentos 09/08/21 32
Filosofia de privada Poesias › Humor 10/02/21 32
Metáfora de um soneto a termo Sonetos 30/01/21 32
Sonetilho-repente Sonetos 22/10/20 32
A filosofia em cordel (Dos monistas a Aristóteles) reedição Cordel 21/10/20 32
As vidas de cada um Poesias › Pensamentos 28/01/18 32
A raiz da felicidade Poesias › Pensamentos 15/01/18 32
Viva a vida! Poesias › Reflexão 16/12/17 32
A pena do poeta Poesias › Pensamentos 29/07/17 32
Por falar de amizade Poesias › Pensamentos 08/04/17 32
Flagrante de véspera Poesias › Reflexão 24/12/16 32
Humor sem graça Mensagens 25/08/16 32
O caçadô de Vampiro Poesias › Redondilha 25/10/15 32
Chuva de flores Poesias › Recordações 26/08/15 32
Carris da infância Sonetos 02/07/15 32
Renúncia Poesias › Desilusão 30/06/15 32
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