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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Meu verso Sonetos 07/10/17 70
Viés democrático Poesias › Reflexão 27/08/15 70
Flagrante da janela Sonetos 08/12/11 70
O poeta e o soldado Sonetos 03/05/08 70
Fazedor de pão Sonetos 07/09/07 70
Hora de acordar! Poesias › Desilusão 06/07/07 70
A metáfora da uva e o vinho Sonetos 02/05/22 69
Alter-ego poético Sonetos 27/01/06 69
O soneto e seus perfeitos Sonetos 17/09/05 69
Filosofia Barata Sonetos 19/03/13 68
Mitologia poética Sonetos 24/09/09 68
Lição da vida - Menção a Rosa Pena - Sonetos 05/10/06 68
Augusto dos anjos renegados Sonetos 08/10/05 68
Ilustres analfabetos Sonetos 16/01/15 67
Guilhermino, porém sem título (2) Haikais 28/10/05 67
A morte e o poeta Sonetos 26/01/06 66
Senilitude Sonetos 27/04/12 65
Amor fora da lei Sonetos 01/05/08 65
Fabela do galo machão (menção ao texto "O canto do galo" de Adilson Pinto) Poesias › Humor 29/01/06 65
Nó de marinheiro Sonetos 04/03/07 64
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