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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Dos porões da memória Sonetos 07/02/13 33
Doutos jantares Poesias › Pensamentos 30/12/16 20
Doutrina Sonetos 06/04/07 25
Doutrina Sonetos 20/04/11 27
Drama rural Sonetos 13/07/12 23
Drama urbano Poesias › Reflexão 30/08/15 29
Drama urbano (reedição) Poesias › Social 02/11/21 9
Dualidade Poesias › Pensamentos 29/07/17 28
Duas faces da criação Sonetos 05/03/12 44
Dubiedade Sonetos 11/06/08 41
Dueto com Bilac Duetos 08/10/24 14
Dueto com Florbela Espanca Duetos 09/10/24 30
Durmo o sono dos justos Poesias › Pensamentos 15/06/19 22
Dúvida cartesiana Sonetos 30/11/12 41
Dúvida cruel Poesias › Humor 05/09/25 8
Dúvidas da certeza Poesias › Pensamentos 15/09/18 25
E agora Drummod? Sonetos 23/11/22 18
E agora, Francisco? Poesias › Reflexão 21/04/25 13
E agora, Maria? Poesias › Reflexão 12/10/15 35
E depois do adeus? ( menção à Revolução dos Cravos de 25 de abril de 1974) Sonetos 16/04/14 38
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