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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Ocultismo satírico Poesias › Transcendentais 26/03/14 30
Psicopatologia do verso Sonetos 31/01/14 30
Mandamento capital Sonetos 10/01/14 30
Salvador Dalí e Eu daqui Poesias › Surrealistas 14/11/13 30
Primeiro Pentateuco (Frase de para-choque de caminhão) Sonetos 31/05/13 30
A justiça divina (Frase de para-choque de Caminhão) Sonetos 30/05/13 30
Nova descoberta Sonetos 01/03/13 30
Brasa dormida Sonetos 04/11/12 30
O ferrão da verdade Sonetos 23/10/12 30
Jazigo da fé (fingindo ser Nietzsche) Sonetos 19/10/12 30
O poeta e o capitalista Sonetos 10/03/12 30
Ao abandono Sonetos 21/01/12 30
Silogismo poético (menção a "Brilho coletivo" de Rosa Pena ) Sonetos 02/07/11 30
Livre arbítrio Sonetos 03/05/11 30
Musa Sonetos 19/09/10 30
Psicoterapia Poesias 19/01/10 30
Falso perdão Sonetos 22/03/08 30
Perdão venal (Brincando com o " Perdão banal " de Rosa Pena) Sonetos 22/04/07 30
Soneto impuro Sonetos 31/03/07 30
Oração para o tio Sam (esticando a corda) Poesias › Humor 21/01/07 30
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