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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

Textos
Título Categoria Data Leituras
Antítese da criação Sonetos 15/04/11 33
Desletrado do absurdo Sonetos 14/04/11 26
O meu amor Sonetos 14/04/11 34
Paráfrases em sonetos para Nelson Rodrigues Sonetos 14/04/11 40
Metaforismo gramaticida Sonetos 13/04/11 24
Intertextualidade filosófica Sonetos 13/04/11 98
As primícias do amor Sonetos 11/04/11 56
Soneto da lugubridade (Menção à verve de Augusto dos Anjos) Sonetos 11/04/11 34
Depois do expediente. Sonetos 10/04/11 19
Ode ao vinho Sonetos 10/04/11 28
A matemática enigmática Sonetos 09/04/11 41
Ilusão perdida Sonetos 06/04/11 32
A matemática da sátira Sonetos 05/04/11 55
A mantemática do soneto Sonetos 04/04/11 41
A matemática das flores Sonetos 04/04/11 55
Retrato de um poeta embrionário. Sonetos 04/04/11 36
Redenção Sonetos 03/04/11 20
O beijo da morte Sonetos 03/04/11 52
Noturno Sonetos 31/03/11 20
Cinegrafia do ciúme Sonetos 31/03/11 23
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