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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Os neófitos da idiotice Sonetos 16/01/10 31
Lua enviesada (menção a Rosa Pena) Sonetos 10/04/08 31
Mãos de pai Sonetos 11/08/07 31
Nada é impossível pro poeta Sonetos 30/01/07 31
Poção coveniente - Menção ao poema de um amor iatrogênico de Lí Maial - Sonetos 05/10/06 31
Velocidade ( menção ao Prof. Pece) Sonetos 03/09/06 31
O ocaso do opróbio ( poema sentido sem sentido ) Sonetos 10/11/05 31
Delirium passione Sonetos 21/10/05 31
Briga de poetas Sonetos 21/10/05 31
Dueto com Florbela Espanca Duetos 09/10/24 30
Sinais do tempo Sonetos 16/08/23 30
Quem sabe... sabe? Sonetos 18/01/23 30
O Bar do Moraes Sonetos 25/11/22 30
Eu Sonetos 12/03/22 30
Poema bêbedo para uma mosca morta Poesias › Humor 10/03/22 30
Guerra Sonetos 25/02/22 30
O vinho do Orfeu Sonetos 11/12/21 30
Soneto do agora Sonetos 04/12/21 30
A borboleta e a centopeia Poesias › Reflexão 20/04/21 30
Amor sem fim Poesias › Amor 31/03/21 30
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