No prelo há mais de 50 anos...

O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Quatro sonetos: Brincado com Bilac Sonetos 21/01/07 30
Soneto-repente - Menção a Dionisio em seu "RÉQUIEM PARA OS POBRES VERSOS" Sonetos 13/08/06 30
Cale-se Sonetos 30/06/24 29
Ovo goro Sonetos 17/06/23 29
O corvo preto de Allan Poe Sonetos 07/01/23 29
A cega que vê e a muda que fala Sonetos 05/11/22 29
Para além dos números Sonetos 17/08/22 29
Simples demais Sonetos 19/04/22 29
Não sou doido nem são, sou poeta! Sonetos 23/03/22 29
Quantos versos são perdidos e levados pelo vento Cordel 07/01/21 29
Natal Natal › Poesias 30/12/20 29
Ser poeta Poesias › Pensamentos 25/07/20 29
Delírio Poesias › Pensamentos 11/08/18 29
Eutanasia Poesias › Tristeza 13/03/18 29
A gênese da mulher Poesias › Reflexão 28/02/18 29
Menção a um comentário não autenticado sobre o poema: Teoria poética do capitalismo Poesias › Dedicatórias 03/12/17 29
Descoberta Poesias › Pensamentos 02/11/17 29
Metáforas para o dia dos pais Poesias › Pensamentos 12/08/17 29
Tolerância Poesias › Pensamentos 01/04/17 29
O paradoxo de Sartre Poesias › Pensamentos 01/10/16 29
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