No prelo há mais de 50 anos...

O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

Textos
Título Categoria Data Leituras
Soneto without son e sem neto Poesias › Surrealistas 06/04/21 16
A Peste, a Guerra, a Fome, a Morte e o Quinto Cavaleiro do Parnaso. Poesias › Surrealistas 26/03/21 30
Ensaio surreal do gramaticalismo Poesias › Surrealistas 09/02/21 16
A língua torta do Parnaso Poesias › Surrealistas 08/02/21 17
Psicoterapia de boteco Poesias › Surrealistas 29/01/21 20
Poeta marginal Poesias › Surrealistas 28/01/21 13
Metáforas para meu alter ego Poesias › Surrealistas 21/01/21 25
Subvertendo metáforas Poesias › Surrealistas 03/01/21 15
Metáforas para um cãozinho feio Poesias › Surrealistas 19/11/18 25
Embriaguez filosófica Poesias › Surrealistas 12/02/18 42
Sampa Poesias › Surrealistas 25/01/18 19
Eus Poesias › Surrealistas 18/01/18 15
Masturbação intelectual Poesias › Surrealistas 05/01/18 58
Neodantismo (Soneto do crioulo doido) Poesias › Surrealistas 04/11/17 41
Ironizando o verso Poesias › Surrealistas 28/10/17 28
Autoimagem Poesias › Surrealistas 14/10/17 18
Surreal real Poesias › Surrealistas 27/08/17 24
Desnexo Poesias › Surrealistas 26/08/17 49
Surreal mente Poesias › Surrealistas 21/08/16 27
Meu estro surreal Poesias › Surrealistas 21/08/16 28
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