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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Poema da solidão \ Oferenda Sonetos 04/05/12 48
A metáfora do capital e o trabalho Sonetos 01/05/12 41
À musa adormecida Sonetos 29/04/12 55
Soneto pudibundo Sonetos 28/04/12 18
Emancipação Sonetos 28/04/12 31
Silogismo Sonetos 28/04/12 41
Senilitude Sonetos 27/04/12 65
Verve senil Sonetos 27/04/12 28
Os primeiros passos Sonetos 22/04/12 28
Pintando versos Sonetos 22/04/12 22
Um soneto ao ocaso Sonetos 22/04/12 29
Ressaca de poeta Sonetos 21/04/12 28
Amor vero Sonetos 18/04/12 26
Mentiroso Sonetos 18/04/12 31
Fé cega Sonetos 18/04/12 17
Passagem pelo purgatório Sonetos 18/04/12 24
À Massa ignara de Nélson Rodrigues Sonetos 17/04/12 727
Mal do século Sonetos 17/04/12 25
Esperança niilista Sonetos 16/04/12 31
Poeminha do amor secreto Poesias › Amor 16/04/12 51
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