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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Canonização etílica (Filosofia de Branchu) Sonetos 24/04/13 58
Sifiligrafia poética Sonetos 23/04/13 38
Assim reza a cartilha (Filosofia tupiniquim) Sonetos 20/04/13 57
O troco (Filosofia tupiniquim) Sonetos 06/04/13 31
O quase (Filosofia tupiniquim) Sonetos 06/04/13 21
Sétimo sentido (Filosofia tupiniquim) Sonetos 06/04/13 36
Imo (Filosofia tupiniquim) Sonetos 06/04/13 38
Hipócrita sin pero no mucho! (filosofia tupiniquim) Sonetos 30/03/13 34
Filosofia Barata Sonetos 19/03/13 68
Eu poético Sonetos 17/03/13 41
Oratório (Filosofia tupiniquim) Sonetos 17/03/13 32
Lição engarrafada (Filosofia tupiniquim) Sonetos 16/03/13 20
Simplesmente amigos (Filosofia tupiniquim) Sonetos 16/03/13 20
Banguela (Filosofia tupiniquim) Sonetos 16/03/13 28
Recriação (Filosofia tupiniquim) Sonetos 15/03/13 23
Verve (Filosofia tupiniquim) Sonetos 15/03/13 16
Desencontro (Filosofia tupiniquim) Sonetos 14/03/13 26
Segundo ato (Filosofia tupiniquim) Sonetos 14/03/13 29
Vaticínio (Filosofia tupiniquim) Sonetos 14/03/13 27
Pavonice filosófica Sonetos 09/03/13 104
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