No prelo há mais de 50 anos...

O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Soneto da lugubridade Sonetos 20/03/07 24
Antiquário de amores Sonetos 20/09/05 24
O anjo que roubou meu coração Sonetos 16/08/24 23
Fim de Noite Sonetos 28/04/24 23
Tim-tim! Poesias › Humor 19/01/24 23
Selvagem hipócrisia (menção aos 100 anos da morte de Millôr Fernandes) Sonetos 16/08/23 23
Sepulcro do ódio Sonetos 26/07/23 23
O céu visto da janela Sonetos 26/04/23 23
Sonetos são...o silêncio de Beethoven Sonetos 10/04/23 23
Eternamente burro Sonetos 04/03/23 23
Soneto para o pum de menino Poesias › Humor 20/02/23 23
O moralista hodierno Sonetos 17/02/23 23
Sonho escrito Sonetos 11/12/22 23
O Eu poético Sonetos 10/12/22 23
À espera de um Soneto Sonetos 16/11/22 23
Noite fria Sonetos 06/09/22 23
Sonhando acordado Sonetos 04/09/22 23
Tenho a impressão de que estou certo Sonetos 13/04/22 23
A mágoa da gaiola Sonetos 29/03/22 23
Uma e outra metáfora Sonetos 22/03/22 23
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